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Munição Explosiva |
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Conceito criado em meados do século XX para que fosse possível matar um inimigo com um único tiro, independentemente do calibre da arma utilizada. Ao contrário do que pode parecer, as balas explosivas têm um funcionamento bem simples: Primeiro, faz-se um orifício de um milímetro de diâmetro e cinco de profundidade (padrão) na ponta do projétil. Em seguida, põe-se uma gotícula de mercúrio ou glicerina no furo. Então, fecha-se a bala com um pouco de chumbo derretido. Após o disparo, a carga líquida sofre uma aceleração violenta, e se comprime para trás; quando a bala atinge o alvo, a substância se expande para frente. Nesta expansão, o líquido empurra a ponta da bala, que se projeta para frente. Com isso, a bala se fragmenta tal qual uma granada, podendo causar ferimentos gravíssimos em um raio de até 20 centímetros a partir do ponto de impacto. Foi muito usada por policiais de aeroportos, já que não possuía efeito ricochete. Hoje, esse tipo de munição é ilegal, sendo que foi proibida pela convenção de Genebra. Apesar disso, ainda é usada em larga escala hoje. |
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